Pista de Gelo — A 1ª pista olímpica da América do Sul

Pista olímpica de gelo com bordas, vidros e arquibancada para 3 mil pessoas — render do projeto

A primeira pista olímpica de gelo da América do Sul

Hockey, patinação artística, curling e hockey paralímpico — em Belo Horizonte.

Uma arena de classe internacional com arquibancada para 3 mil pessoas, projetada com engenharia de ponta para operar com eficiência energética máxima no clima tropical — e um modelo de negócio que se sustenta com apenas 15% de ocupação.

A demanda já existe — e é comprovada

Patinação pública em pista de gelo — família patinando
  • 20.000 patinadores/mês já foram registrados em pistas sazonais de shoppings de Belo Horizonte — com apenas 200 m² de gelo.
  • A pista olímpica tem ~1.800 m² — nove vezes maior, permanente e com estrutura completa.
  • Referência de preço de mercado: pistas de shopping cobram R$ 50 a R$ 80 por 30-60 minutos. Nosso modelo considera ticket médio conservador, abaixo desse range.
  • Carro-chefe da receita: patinação pública — receita recorrente, diária, de famílias. O esporte de alto rendimento e os eventos são camadas adicionais sobre uma base que já se paga sozinha.

O modelo se sustenta com 15% de saturação

Construímos a DRE com premissa deliberadamente conservadora: apenas 15% da capacidade da pista. Veja como a operação se paga:

RECEITAS MENSais
Patinação pública (carro-chefe)R$ 1.026.000
Comida e bebidaR$ 315.000
Bilheteria de jogos e eventosR$ 180.000
Loja esportiva e souvenirsR$ 70.000
Locação de pista e equipamentosR$ 140.000
Salas de eventos e VIPR$ 75.000
TOTALR$ 1.806.000
CUSTOS
Energia líquida (solar + BESS + rejeito térmico)R$ 70.000
Pessoal, manutenção, F&B, aluguel, marketing, G&AR$ 598.000
ImpostosR$ 235.000
EBITDA~R$ 903.000 (50%)
Depreciação + serviço da dívida + IR/CSLLR$ 483.000
Resultado para dividendos~R$ 420.000/mês

Premissas detalhadas disponíveis para investidores em reunião — incluindo sazonalidade, curva de ramp-up e cenários de ocupação.

Engenharia que reduz custo e risco

Arena com usina solar no teto e estacionamento coberto — render do projeto

A refrigeração responde por 40-65% do consumo de uma pista de gelo (International Institute of Refrigeration). Cada decisão de engenharia deste projeto ataca esse número:

  • Chillers de CO₂ transcrítico (R744) — refrigerante natural, GWP≈1. Casos reais: o sistema de Pirkkala (Finlândia) reduziu o consumo elétrico em 34% versus o sistema anterior; arenas com CO₂ bem projetadas chegam a autossuficiência térmica (IIFIIR, 2023).
  • Reaproveitamento integral do rejeito térmico — cada kWh congelado trabalha duas vezes: climatização dos espaços, água quente dos vestiários, derretimento da raspa no pit, aquecimento do antipermafrost e regeneração da roda dessecante do desumidificador. Com recuperação de calor bem projetada, a pista pode se tornar autossuficiente em calor.
  • REALice no reaproveitamento da água — tratamento de água a frio para a raspação elimina o aquecimento de centenas de litros por flood: casos documentados de -25% no consumo elétrico (Uxbridge Arena, Canadá) e economia de US$ 12-15 mil/ano por pista NHL.
  • Isolamento térmico de alta performance na laje e sistema antipermafrost — protege a estrutura do ginásio e corta a perda térmica.
  • BESS (banco de baterias) — consome energia fora do pico (tarifa mais baixa) e mantém a refrigeração em apagões: não perder o gelo = não perder dias de receita.
  • Sala do banco de baterias BESS com corredor de vidro para visitantes
  • Usina solar no teto do ginásio e do estacionamento — geração própria no local de maior consumo.
  • Casa de máquinas como exposição — corredor de visitantes com parede de vidro blindado: a engenharia vira atração e prova de transparência.
  • Vestiários padrão Arena Guide IIHF — prontos para competições internacionais.
Corredor de visitantes com parede de vidro blindado mostrando a casa de máquinas

Mais que uma arena: um ecossistema

A arena nasce conectada ao Sistema Elite Hockey — a plataforma que organiza e registra todas as estatísticas do hockey no Brasil: placar inteligente, estatísticas avançadas, periodização, gestão de equipes, campeonatos e entidades. Quem investe na pista investe na infraestrutura do esporte no país.

Vestiários padrão Arena Guide IIHF — render do projeto

Faça parte da história

Estamos formando o grupo de parceiros que tornará esta arena realidade: naming rights, benfeitores eternizados na arena, fundadores da modalidade no Brasil. Family offices e investidores de impacto já movimentam bilhões no esporte global — e esta é a oportunidade de entrar no primeiro ativo desta categoria na América do Sul, no chão.

Salão de eventos com vista para a pista de gelo — aniversários e festas
Loja de artigos esportivos e souvenirs da arena
Sala VIP premium com vista direta para o rink

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